Dando sequência ao calendário de assembleias nos municípios de sua base territorial, a direção do SINFEMP realizou mais uma reunião no município de Várzea, na última sexta -feira dia 20 de março no Auditório do CRAS.
Os servidores públicos municipais querem a implantação da insalubridade, para todos que trabalham em locais insalubres, periculosidade para os vigilantes, implantação de quinquênio, dentre outros.
O Sindicalista Zé Gonçalves, fez uma exposição do histórico de luta da entidade no município, as dificuldades enfrentadas pelos servidores, desde a época da demissão dos agentes comunitários de saúde por pura maldade política, a retirada da insalubridade dos servidores da infraestrutura pela última gestão, o prejuízo do FGTS na mudança de regime, também por gestões anteriores.
O SINFEMP teve audiência com o atual prefeito, como também, realizou uma assembleia geral com a presença do gestor, onde o retorno da insalubridade foi garantido e implantado, para os servidores da infraestrutura, mas faltam outras categorias, das demais secretarias, a exemplo da saúde, serviço social, educação, dentre outras. ” O SINFEMP vai reunir-se com todas as categorias que ainda não recebem insalubridade, fazer a relação de todos os servidores e em seguida, solicitar audiência ao Prefeito Paulo Nóbrega”, disse Gonçalves.
Na assembleia foi escolhida uma comissão representativa dos servidores, onde serão recolhidas cópias das fichas financeiras de 2020 e 2021, último contracheque do mês de fevereiro de 2026. Na ocasião, vários servidores se filiaram à entidade e outros pegaram fichas para fazer filiação de seus companheiros e companheiras de trabalho.
Foi discutido o Piso dos Garis que assegura dois salários mínimos, cesta básica e até plano de saúde. O piso das categorias de auxiliares de serviços, merendeiras, técnicos administrativos, motoristas, vigias e demais servidores de apoio da educação, que hoje seria R$ 3.847,00 ou seja, 75% do Piso dos professores.
Gonçalves alertou sobre a nomenclatura nos contracheques dos professores e demais servidores da educação, pois tem que constar FUNDEB 70% sob pena de ficarem de fora do recebimento do piso quando for aprovado.” Todos os contracheques da educação, antes, vinha colocado 60% para professores e 40% para auxiliares de serviços e demais servidores de apoio da educação. Hoje, todos têm que constar FUNDEB 70%. Caso contrário, poderão se prejudicar.” Disse o sindicalista.
Os servidores devem entregar até o dia 30 de março, as fichas financeiras de 2020 e 2021, último contracheque de fevereiro de 2026, para verificar se tiveram algum prejuízo no período da pandemia da COVID 19, onde o ex- presidente retirou o direito dos servidores públicos nas três esferas de governo, 583 dias e o governo atual, alterou, assegurando o retorno desse direito, através do descongela. Foi feito o atendimento jurídico presencial pelo Advogado Dr. Damião Guimarães.





