Os servidores públicos municipais de Catingueira participaram da assembleia geral do SINFEMP, que foi realizada no Auditório Professor Gilbamar Gomes, no último sábado, dia 14 de março de 2026, onde foi feita a discussão sobre os problemas enfrentadas pelas mais diversas categorias, a exemplo dos servidores da saúde que reivindicam o pagamento da insalubridade em cima do salário base e não em cima do salário mínimo, como está sendo pago atualmente.
Todos os servidores já receberam a insalubridade, receberam o rateio do FUNDEF, mas a luta continua para que seja feito também o rateio do FUNDEB para os que estão trabalhando na educação, escolas e creches, dentre outros locais de trabalho, desde que estejam lotados na Secretaria de Educação.
Uma constatação feita pelo SINFEMP foi a nomenclatura que está errada nos contracheques dos servidores da educação, pois continua vindo 60% e 40% quando na verdade, só existe atualmente FUNDEB 70% e caso a Prefeitura insista, está incorrendo em um grave erro, inclusive junto ao Tribunal de Contas do Estado.” Como a gestão vai fazer a prestação de contas, com recursos do FUNDEB 40% e 60% se não existem mais!” Indagou Zé Gonçalves.
O SINFEMP já encaminhou um ofício, solicitando a mudança em todos os contracheques dessa nomenclatura e caso a gestão não resolva, trará enormes prejuízos aos servidores, com a aprovação do piso nacional para auxiliares de serviços, merendeiras, técnicos administrativos, motoristas, vigias e demais servidores de apoio da educação.” Se o projeto de Lei 2531/21 for aprovado, somente o servidor que tiver no seu contracheque FUNDEB 70% terá direito”, destacou.
Outras categorias que tem piso salarial nacional em tramitação no congresso nacional, a exemplo dos garis, condutores de ambulância, nutricionistas, assistentes sociais, farmacêuticos, dentre outras, está sendo acompanhados pelo SINFEMP.
A assessoria jurídica do SINFEMP esteve presente, fazendo o atendimento, pois tem uma ação contra a Prefeitura dado entrada em 2007 pelo SINFEMP, que contempla mais de 200 servidores no Município.” Entrei com essa ação em 2007 e só agora os cálculos estão sendo feitos para que todos os associados que não recebiam salário mínimo, 13° salário, terço de férias, na época, possam receber o mais breve possível”, disse o sindicalista.
O SINFEMP irá dar continuidade ao trabalho de visitas aos locais de trabalho, pois existem muitos professores e servidores que moram em outros municípios e não puderam participar da assembleia.









