SINFEMP realiza reunião da Direção, faz avaliação do trabalho e apresenta chapa para eleições dias 17 e 18 de novembro em Patos

O SINFEMP – Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Patos e Região, realizou reunião da Direção, Conselho Fiscal, Delegados Sindicais e Conselho de Representantes, onde na oportunidade foi feita uma avaliação do trabalho da entidade durante os 4 anos, como também uma análise da conjuntura política atual, onde foram destacados as ameaças ao movimento sindical, sindicatos e aos servidores, trabalhadores em geral, caso a extrema direita tivesse vencido as eleições.

A presidente da entidade, Carminha Soares, disse que a Reforma Trabalhista e da Previdência dos governos de Temer e Bolsonaro prejudicaram intensamente os trabalhadores, onde até o Ministério do Trabalho e Emprego foi fechado, foi extinto. ” O grande perigo era justamente mais retrocesso para a classe trabalhadora, pois tinha até proposta de aumentar a aposentadoria das mulheres de 62 para 65 e dos homens de 65 para 70 anos”, disse.

Sobre a avaliação do trabalho do SINFEMP nos municípios, a avaliação foi positiva, ocorreram vários avanços, mas no entanto, precisa melhorar, intensificar, fazer o trabalho de visitas aos locais de trabalho, ver e encaminhar as demandas, melhorar o atendimento jurídico, fortalecer a formação sindical, fazer a luta pela realização de concurso público em todos os municípios, exigir que a lei seja cumprida.” Essa luta pela realização de concurso público é importante, pois as prefeituras estão inchadas de contratados e comissionados sem concurso. Em Patos tem 4 mil contratados e comissionados e apenas 2 mil servidores efetivos. Com isso o Patos Prev vai quebrar e prejudicar os atuais aposentados e impedir que os futuros servidores ao chegarem ao tempo de aposentadoria, se aposentem, pois contratados contribuem com o INSS”, denunciou Zé Gonçalves.

Vários sindicalistas presentes fizeram uso da palavra, destacando as lutas, o trabalho do sindicato, como também a necessidade de se fazer a discussão política, pois todas as leis passam pelas câmaras municipais, assembleias legislativas e congresso nacional, como agora os projetos de leis que tramitam sobre o piso salarial nacional para diversas categorias, a exemplo dos garis, auxiliares de serviços, merendeiras, vigilantes, técnicos administrativos, porteiros, motoristas, dentistas, médicos, assistentes sociais, psicólogos, farmacêuticos, nutricionistas, dentre outras e tudo passa pela decisão política.” O movimento sindical classista defende as políticas públicas e tem certeza que as conquistas até o momento se deram nos governos progressistas. Vejam que logo depois da eleição, o piso das auxiliares de serviços e merendeiras, avançou nas comissões. Vejam que os ACS e ACE é uma conquista atrás da outra. Então, o movimento sindical tem que discutir política, tem que defender as políticas públicas. Se a gente não fizer essa luta, irá passar o trator sobre nós. A omissão será nossa derrota anunciada. Nesse atual governo temos que ocupar as redes e as ruas.”, defende Zé Gonçalves.

No final foi apresentada a Chapa 1 – Fé, Coragem e Luta, composta por 137 membros, sendo 91 mulheres ( 68%) e 46 homens ( 32%), que concorrerá as eleições nos dias 17 e 18 de novembro de 2026, nos municípios de Patos, Malta, Condado, Vista Serrana, São José de Espinharas, São Mamede, Várzea, Santa Luzia, São José do Sabugi, Junco do Seridó, Tenório, Quixaba, Cacimba de Areia, Passagem, Areia de Baraúnas, Salgadinho, Assunção, São José do Bonfim, Mãe D’água, Santa Terezinha, Catingueira, Emas e Olho D’água, que tem como candidato a presidente Zé Gonçalves, para um mandato de 4 anos.

Em todos os municípios terão urnas fixas e itinerantes, facilitando que os servidores ativos e aposentados possam votar nos dias 17 e 18 de novembro de 2026.

 

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