SINFEMP investe na mobilização da enfermagem em Brasília

Em decisão na última assembleia geral dos servidores públicos municipais da saúde em Patos, o SINFEMP discutiu a tramitação de vários projetos de lei no congresso nacional que tratam de Piso Salarial Nacional para diversas categorias, a exemplo dos dentistas, auxiliares de saúde bucal, nutricionistas, farmacêuticos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, psicólogos, dentre outros.

A PEC 19 reforça a defesa do Piso Salarial Nacional da enfermagem e assegura que enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras, tenham o piso vinculado a jornada máxima de 30 horas semanais, uma reivindicação histórica da categoria.
Na assembleia geral, foram escolhidas as enfermeiras, Priscila Mayra e Silmara Oliveira, que já se encontram em Brasília, para juntamente com representantes de diversos Estados, participarem da audiência pública que será realizada no Senado Federal, propositura da Senadora Eliziane Gama, como também de um ato público e mobilização em frente ao STF e Congresso Nacional.

Para o sindicalista Zé Gonçalves, o SINFEMP tem compromisso e responsabilidade nas lutas com todos os seus associados e tem feito esforço, inclusive financeiro, para assegurar a participação de todas as categorias, que tenham necessidade de fazer a luta em Brasília ou na capital do Estado.” Entendo que isso é um compromisso e ao mesmo tempo, um investimento na luta da enfermagem da base territorial do SINFEMP”, disse o sindicalista.

Gonçalves adiantou que no retorno das enfermeiras, Priscila e Silmara de Brasília, será marcada uma reunião ou até um encontro regional da enfermagem em Patos, para discutir como se deu o trabalho em Brasília e como pode ser intensificada a luta em Patos e Região.” Iremos fazer um esforço para manter unida e organizada a categoria da enfermagem, pois além do Piso Salarial Nacional na cabeça do contracheque, ainda tem a insalubridade que deve ser paga em cima do salário base e não em cima do salário mínimo, o aumento para grau máximo de 40%, a jornada de trabalho, as condições de trabalho, dentre outros”, defendeu o sindicalista.

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