O SINFEMP – Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Patos e Região, repudia o anúncio do reajuste do piso nacional do magistério no percentual de 0,37% que não assegura sequer a inflação do período e que irá se juntar as demais entidades sindicais, no sentido de pressionar o Ministério da Educação e o governo Lula por um reajuste decente.
Para a direção do SINFEMP, isso não é reajuste e sim desrespeito.
Para a presidente do SINFEMP, Carminha Soares, os 0,37% de reajuste não deve ser aceito pela categoria, pois além de desrespeitoso, trás enormes prejuízos na gratificação de docência e no quinquênio.” Vamos nos juntar às outras entidades sindicais no Estado e também a CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, a qual nossa entidade é filiada e fazer a luta.” Defendeu.
O sindicalista Zé Gonçalves, defende que o magistério público, através de suas entidades sindicais, comece imediatamente a discutir uma greve nacional e não iniciar o ano letivo.” É um desrespeito aos profissionais do magistério, um ataque por parte do Ministério da Educação e do seu Ministro Camilo Santana e do presidente Lula com os trabalhadores da educação no País”, afirmou.
Gonçalves afirmou ainda que é um insulto esses 0,37% de reajuste por parte do governo.” O ministro da educação e o presidente Lula deviam ter vergonha em divulgar um percentual que sequer cobre a inflação no período. Isso é insulto, desrespeito, menos valorização com a categoria”, desabafou o líder sindical.
O SINFEMP reafirma que o Ministro Camilo Santana fica fazendo média com a carteira nacional do professor e ao mesmo tempo, apunhala a categoria com um mísero reajuste do piso nacional. Para a direção da entidade, carteira não enche barriga de ninguém e a luta deve ser feita de imediato, por um reajuste que ultrapasse a inflação do período.

