Manifestantes, durante ato público na cidade de Patos, confirmam: “Esse governo é inimigo do povo e do Brasil”

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Com o olhar atento do Bispo Diocesano Dom Eraldo, centenas de trabalhadores, trabalhadoras, jovens e idosos, bem como vários populares, saíram as ruas na manhã desta sexta-feira, dia 10, em pleno centro da cidade de Patos.

A manifestação foi convocada pela Frente Brasil Popular para alertar a sociedade sobre as medidas impopulares do presidente Michel Temer (PMDB) que retira direitos dos trabalhadores e lança o Brasil em um abismo social sem precedentes. Dezenas de entidades, dentre as quais

 Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Patos e Região (SINFEMP), União das Associações Comunitárias (UAC), União da Juventude Rebelião (UJR), UJS, UBM, MST, PT, PCdoB, PCR, SINTEP, SINATRAN-PB, SINTEENP, ADUF/PATOS, STIUPB, Pastoral da Comunicação, Sindicato dos Comerciários, entre outros, se fizeram presentes com lideranças e representações das categorias.

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seccional Paraíba (CTB/PB), representado pelo seu presidente, José Gonçalves, disse que o ato está acontecendo em todo o Brasil e a cidade de Patos tem um papel fundamental na luta para combater os desmandos do governo ilegítimo e sem respaldo social de Michel Temer. Para Gonçalves, a sociedade deve acordar e sair às ruas até que sejam milhões e barrem as maldades do Governo Federal.

Dezenas de lideranças fizeram uso da palavra. Cada orador fez alerta sobre a grave crise social que está sendo gerada através de um congresso de deputados e senadores comprometidos com os interesses do presidente e não da nação. A reforma trabalhista que entra em vigor neste mês de novembro, a possibilidade de reforma da Previdência Social, mesmo quando a CPI reafirma que não existe necessidade de reforma e que a previdência é superavitária, estavam sendo duramente criticada pelos oradores.

Mesmo presente no ato, o Bispo Diocesano Dom Eraldo não quis fazer uso da palavra, mas se mostrou preocupado com os rumos que tem tomado o Brasil.

Cartazes, gestos, palavras e atitudes deram ao ato um caráter de dever cumprido, no entanto, os organizadores perceberam que, diante de aumentos constantes nos preços dos alimentos, combustíveis, escândalos de corrupção, gravações e depoimentos que mostram que os interesses do Governo Federal estão voltados para uma classe privilegiada e não para o povo, o ato concluiu que ainda são poucos os que saíram às ruas neste dia 10.

Jozivan Antero – Patosonline.com

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